segunda-feira, 20 de março de 2017

Ajuda aí desse lado.

Bons dias, pessoas!

Alguém tem conhecimento de algum tipo de ajuda monetária para montar um negócio? Mas que não tenha de passar por uma instituição bancária. Dado ou emprestado, tanto faz. Já corri imensos sites mas nada...

Obrigada a quem me possa dar alguma informação.

domingo, 19 de março de 2017

Amor é fogo que arde sem se ver.

Há lá melhor resumo? O homem não tinha um olho mas soube melhor do que ninguém exprimir esta coisa do amor. Um génio.

E eu fico orgulhosa por ter sido um tuga a fazê-lo, qual Shakespeare qual quê :D

sexta-feira, 17 de março de 2017

Ora bem.

Há uma semana e um dia fui fazer uma biópsia. Eu não sou uma pessoa de ficar alarmada, nestas questões de saúde até sou bastante relaxada. Não é o resultado que me deixa stressada mas a própria da biópsia em si que deu cabo de mim.

Ainda para mais estava sozinha (estúpida, devia ter levado alguém) e sendo numa parte do sistema reprodutor - o que levou a todo o processo de "entrarem" dentro de mim - foi muito penoso. Depois foi o normal destas intervenções, estar sossegada durante uns dias, ou seja, de cama. Até podia ter escrito aqui no blogue, tempo não faltou, mas psicologicamente não estive com paciência, estava com dores [muitas das vezes fortes] e passei muito tempo a dormir.

Agora é arregaçar as mangas, voltar à vida do costume e esperar pelo resultado.

sexta-feira, 10 de março de 2017

Está sol e tudo.


Bom fim de semana minha gente! 
Já vos disse que adorei o filme Lion? A banda sonora também está um mimo, já adicionei algumas músicas no meu spotify.

Wishlist

Não sou assim uma pessoa muito viciada em compras, nem com grandes desejos de consumo. E o meu aniversário aproxima-se e assim à primeira vista não há assim nada que eu queira de morte.
De qualquer das formas, assim de repente, podia vir uma destas coisas:

Um perfume. Que o meu já está quase no fim. E como sou uma pessoa fiel pode ser um destes:



Adorava ter um solitário deste género. E como não me estou a ver a casar outra vez, não terei cá pedidos xpto, pelo que pode vir nos meus anos:

quinta-feira, 9 de março de 2017

Perdoai-me senhor.

Mas aqui o estaminé estará em auto-gestão nos próximos dias.
Hoje tive um dia absolutamente negativo, passei por uma das piores experiências da minha vida e só quero ficar em modo vegetal.

Me aguardem!

quarta-feira, 8 de março de 2017

Dia da mulher.

Não vou entrar pela vertente da importância, de onde surgiu o dia e afins porque acho que nesses campos a malta já está mais do que esclarecida.
Quero só partilhar convosco duas coisas:

1. Li, numa rede social qualquer, uma criatura do sexo masculino a dizer que os homens não vêm das mulheres, que isso é uma afirmação feminista. Ainda lhe perguntei se foi concebido em laboratório ou num outro animal, mas não me respondeu. Fica a curiosidade.

2. Esta parte já podem achar meio mórbida ou macabra, mas recebi um ramo de flores com uma carta da minha melhor amiga. Sim, a que faleceu no início do ano. Antes que a considerem maluca, deixem-me apenas esclarecer que um dos meus filmes favoritos é o 'PS: I love you', em que o marido da atriz principal sabia que ia morrer e organizou surpresas à sua esposa para os meses seguintes à sua morte. Então sua excelência plagiou o filme. 
Trouxe-me por um lado uma grande tristeza porque não lhe posso agradecer o gesto, não posso contar as novidades na minha vida que a deixariam tão feliz. Mas por outro fico feliz, porque se lembrou de mim e organizou tudo isto antes da sua partida.

Aqui está a vista da mesa do meu escritório:


Diz que...

Vêm aí boas notícias!
Façam uma corrente positiva pela minha pessoa faxavôre.

terça-feira, 7 de março de 2017

O bom senso.

Considero-me uma pessoa com bom senso quanto a relações amorosas. Principalmente as dos outros.
Se tenho amigas/os com namoradas/os, tenho o bom senso de não me meter no meio, não vá a cara metade chatear-se (mesmo que seja sem razão, mas hei, ciúmes temos todos). Não me deixo de dar com as pessoas, claro está, mas existe uma linha que separa a amizade da melguice.

Então fico azul quando vejo situações como vi há pouco tempo. Criatura do sexo feminino manda mensagem a criatura do sexo masculino a convidar para aparecer no café. Criatura do sexo masculino responde que não vai dar porque - imagine-se - está com a namorada. Se fosse eu a conversa ficava por ali, mas não, criatura continuou a insistir com o vá lá anda lá, já não te vejo há séculos, etc.

Pessoas: tenham juízo! Não sejam empata fodas.

Segurança social

Agora só nos atendem por marcação. Para mim é só vantagens, chegamos à hora marcada, somos chamados e passado pouco tempo está tudo tratado.

E agora com as marcações online é um miminho. Mostra logo onde é que existem os atendimentos mais cedo, mesmo que não seja na mesma localidade. Fiz uma marcação de ontem para hoje e só preciso de ir ao concelho do lado.

Portugal está a evoluir meus amigos.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Fizemos um upgrade.


Já aqui tinha mostrado as nossas primeiras alianças. 
Muito giras e tal, feitas de madeira todas por encomenda. O problema é que esse tipo de materiais não aguenta todo o tipo de trabalhos, e trabalhos como o do meu namorado em que está sempre a mexer em químicos são fatais para esse tipo de anéis.

Então este fim-de-semana presenteou-me com umas novas. Pretas - claro - com rebordo prateado. Em aço. Vamos lá ver quanto tempo é que estas duram.

Boneca, a não desocupada.

O meu namorado nomeou-me "project manager" da construção da nossa moradia. [o que ele quis dizer foi "trata da parte chata da burocracia já que estás em casa e eu vou trabalhar] Por mim está tudo muito bem já que adoro tratar deste tipo de coisas. Estar à espera de ser atendida, andar para trás e para a frente, ter reuniões, não me encanita nada. Eu fico é completamente parva ao ver o preço da papelada neste país. O preço de um licenciamento chegava bem para ir ao ikea e mobilar a casa.

E mesmo assim vamos para um concelho mais "barato". O do lado é 5 vezes mais!

domingo, 5 de março de 2017

As amizades.

Nunca fui uma pessoa rodeada de muitos amigos. Talvez no secundário tenha acontecido mas a vida continua e fui tendo uma amiga aqui e outra ali.

Ultimamente tenho-me sentido muito sozinha. A única pessoa que era minha confidente a 100%, com quem podia contar a qualquer hora e estava lá sempre para mim partiu e deixou um vazio e uma dor na minha vida completamente incontrolável. Nunca pensei que fizesse tanta falta ter alguém com quem desabafar as coisas más, chorar se necessário, mas também ligar para contar as coisas boas.

Em tempos pensei que tivesse duas grandes amigas, mas a primeira - por inveja - afastou-se aquando o início da minha relação e ainda tentou envenená-la. A segunda, como já disse, morreu no início do ano.
Sinto-me desamparada por vezes. Aqui está a prova em como somos um ser social, dúvidas houvesse em contrário.

sexta-feira, 3 de março de 2017

Projectos.

Como já disse algures num post anterior, vamos construir uma moradia. E enquanto o homem anda a pensar em coisas mais sérias [tipo a construção, para que lado a casa vai ficar virada, portões e muros e afins] eu ando toda entretida a ver fotos no Pinterest de decoração, a planear que cores vou utilizar e que tipo de móveis vou comprar.
Daqui a pouco conheço o site do ikea de cor :D

quinta-feira, 2 de março de 2017

Sabemos que estamos a ficar xexés quando...

Vamos pôr a roupa suja no lixo e o telemóvel no frigorífico.

O amor.

A minha vida amorosa dava um filme. Aliás, toda a minha vida. Se quiserem agarrar na ideia, uma telenovela seria melhor dada à extensão das coisas. O meu namorado já me disse que eu deveria escrever um livro (já o avisei que tenho pouca veia de escritora), a minha melhor amiga que morreu no início do ano dizia que não percebia como é que eu ainda andava por cá com tanta garra.. bem, não sei.

Já tive momentos muito felizes, mas também muito maus. Já pensei que tivesse encontrado o homem da minha vida, com quem iria passar o resto da minha existência, como já entrei em modo automático e com a ideia que nunca mais iria amar. Já passei por tudo.

Apaixonei-me pela primeira vez aos 14 anos - uma criança. Ele era meu vizinho e andávamos na mesma escola, pelo que o caminho para casa na maioria das vezes era feito a dois. Começámos a namorar e foi aí que descobri o que era o amor. Entretanto ele mudou de escola, ainda aguentámos uns tempos mas a coisa não se deu. Curiosamente nunca mais o vi, até ter 16 anos e o reencontrar, exactamente a caminho de casa. Quando o vi as minhas pernas tremeram, senti o estômago a revirar e ainda pensei duas vezes se falava ou não com ele...falei. Trocámos números de telemóvel, começámos a sair e tempos mais tarde começámos a namorar novamente, no dia do meu aniversário.
Não posso dizer que tenha sido uma relação fácil. Acho que o nosso maior problema era sermos demasiado novos para a intensidade do sentimento que nos unia, mas mesmo assim, a relação avançou, foi ficando cada vez mais forte, até ao dia em que me pediu em casamento. Com direito a anel, noite numa suite presidencial num hotel e jantar. Éramos muito novos, mas tudo me parecia perfeito. Não havia mais nada neste mundo que eu quisesse mais do que o ter ao meu lado para sempre, mesmo com as nossas zangas.

Iniciámos o processo do casamento, tudo parecia correr lindamente, até que ele decide acabar a relação. 3 meses antes do casamento. Fiquei sem chão. Ainda tentei a reconciliação mas sem sucesso. Tudo em que eu acreditava tinha morrido ali e jurei a mim mesma: "nunca mais vou amar ninguém. posso gostar, mas amar nunca, assim se acabar custa menos".

Tempos mais tarde conheci a pessoa que viria a ser o pai do meu filho e meu marido. Podem chamar-me de egoísta, má pessoa, o que quiserem, mas fui fiel a mim mesma. Tinha um carinho especial por ele, gostava dele mas nunca o amei, fechei completamente o coração a esse sentimento que me tinha feito tão mal no passado. O meu ex-marido sabia disso, não pode nunca acusar-me de o ter enganado. A primeira vez que me disse que me amava expliquei-lhe que não ia dizê-lo só porque sim e ele aceitou. Casei-me, tive o meu filho alguns anos depois e estive então no tal modo automático que estava determinada em manter. Mas mesmo em piloto automático não sou de ferro, e viver com uma pessoa que gasta o que tem e o que não tem e falha com as suas obrigações em casa não merece muitas mais oportunidades além dos 8 anos que lhe dei da minha vida. Decidi separar-me e continuar com a minha promessa e ainda juntar a que não queria mesmo ninguém, já chegava.

Depois de me separar fui viver com os meus pais até organizar a minha vida, o que fez com que voltasse para a minha terra [de onde nunca deveria ter saído, já agora] e voltasse a dar-me e a falar com os meus conhecidos de há tantos anos. E foi aí que voltei a reencontrar a pessoa que hoje está ao meu lado e me fez passar por mentirosa, porque falhei com as minhas promessas :D
Durante algum tempo fomos apenas amigos, as coisas evoluíram para amigos com benefícios mas sempre bem conversado que não queríamos relações (ele também teve uma má experiência no passado e tal como eu, fechou-se ao mundo do amor). Mas chegou o dia em que deixámos de conseguir identificar a nossa relação. Praticamente a nossa vida era de namorados, mas sem ser oficial. O sentimento cresceu de uma forma avassaladora, quando me apercebi de que me tinha apaixonado novamente chorei. Chorei muito, com medo de voltar a sentir outra vez aquela dor de há tantos anos atrás... Mas nunca disse nada. Até que ele começou a dar os primeiros passos para construir uma relação e a conversa foi inevitável: sim, somos namorados oficialmente. Não dava mais para esconder ou fazer a parte que 'aquilo' não existia. E assim foi, as promessas ficaram para trás, tanto de um como de outro e começámos a viver o nosso amor como merecia :)

Estão quase a fazer 2 anos desde que saímos pela primeira vez e hoje, olhando para trás, tenho a certeza que tomei a atitude certa quando enterrei as minhas promessas, porque fi-lo por uma pessoa que merece tudo de bom, principalmente o meu amor e dedicação. Nunca terei palavras suficientes para descrever quanto o amo, quão feliz ele me faz sentir e a pessoa extraordinária que é. 

Com este extenso post, só quero dar uma esperança a alguém que esteja mais em baixo desse lado e que tenha desacreditado no amor. Resumi ao máximo o que passei, tantas outras coisas haveria para escrever. Talvez um dia.












quarta-feira, 1 de março de 2017

Óscares 2017

Follow my blog with Bloglovin


Ora vamos lá então à minha opinião sobre os grandes prémios cinematográficos deste ano. Venho já com uns dias de atraso mas estive com uns problemas técnicos no computador e dado a extensão do post não quis fazê-lo pelo telemóvel.

Quantos aos vestidos:


Viola Davis - Absolutamente espectacular. Adoro vermelho em peles mais escuras, a silhueta está irrepreensível e tanto o corte na zona dos ombros como a cauda são deslumbrantes. Ideal para se receber um prémio.


Como a senhora que é, foi à altura (tirando o cabelo, precisava ali de um tratamento e volume). Vestido/calça muito elegante.


Karlie Kloss - Quero lá saber que seja um quase-plágio de um vestido de não-sei-quem de sei-lá-quando. É lindo, adoro a cor, o corte e aquele género de capa.


Halle Berry - O vestido não é deslumbrante, mas sei lá, gosto de todo o conjunto de vestido + cabelo + quem é (se eu chegar assim aos 50 anos fico bastante contente).

Só meto os que gosto, porque todos os outros eram horrendos, nem merecem tempo de antena.


Quanto à cerimónia:

- Não concordo com a maioria dos prémios entregues;
- Estava a torcer pelo Lion e foi a desgraça que se viu;
- Não acho que o Moonlight seja o melhor filme, mas o La La Land também não...
- Gostei da gaffe de meterem no memorial alguém que ainda não morreu, vou rir até 2020;
- Vou rir até 2050 com o final. Achei a cerimónia extremamente secante pelo que o final foi mesmo à Hollywood, obrigada, alegraram a minha madrugada. Escusavam era de plagiar o Humberto Bernardo, se eu fosse ele pedia direitos de autor.

E pronto, é isto. A semana passada vi os filmes que faltava, venho cá depois tecer a opinião.

Ora então...

Parece que já estamos em Março [se não fosse eu a avisar o que seria de vocês?].
Vem aí a minha estação favorita: Primavera. Aquela altura em que já está quentinho mas não o quente suficiente para me sentir mal e de vez em quando ainda ficam uns dias de chuva para ficar no sofá.
É também a estação do meu aniversário, pelo que fico feliz, principalmente este ano que chego ao dia da minha meta: os 30 anos :) Estou excitadissima para fazer a comparação com há 3 anos atrás, confesso. Está quase!